terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Linguagem Matemática e a Língua Materna


Quando analisamos a origem da língua materna podemos concluir que ela vem como uma maneira de dar sentidos ao mundo, de nos comunicarmos com o outro, compartilhando informações.
A linguagem matemática está correlacionada à língua materna quando analisamos que também é uma forma de compartilhar informações de nos comunicarmos com o outro só que de um modo ligeiramente diferente. “a capacidade matemática é nada mais do que a capacidade linguística usada de maneira ligeiramente diferente” (DEVLIN, 2004, p.37).
A relação entre a matemática e a língua portuguesa é considerada por muitos uma relação de extrema importância, pois abre um leque de oportunidades de se trabalhar com as situações-problemas que depende tanto a capacidade matemática de raciocinar e a interpretação e contextualização da língua materna.
A base matemática do ensino praticado hoje em dia traduz-se na busca do entendimento do abstrato e na procura da interpretação e utilização correta da matemática no dia-a-dia.
Entende-se por língua materna aquela que aprendemos quando criança que, no caso do Brasil, é o português. Porém, esta não é a única linguagem que procuramos dominar ao longo da vida. Neste sentido, podemos afirmar que o processo de alfabetização não está limitado á língua materna, podendo ser estendido, à linguagem musical, a linguagem dos sinais (LIBRAS), a linguagem computacional e a linguagem matemática entre outras.
A relação entre a língua materna e a matemática é definida através da função que cada um exerce em nosso cotidiano. A língua materna se forma com a necessidade de expressão e comunicação do pensamento.
Muitos educandos conseguem ler corretamente textos normais, mais apresentam dificuldades em traduzir a linguagem habitual para a linguagem matemática. Compreender questões problema torna-se um desafio em decorrência de não se fazer a interação entre os dois tipos de língua que são completamente correlacionados.
Em nossa infância tudo e abstrato as coisas ainda não tem nome nem sentido, e a língua materna vem justamente com o intuito de dar sentido e nome à  todas essas coisas que antes pareciam existir somente em nossa mente.
A Língua matemática tem justamente este objetivo que é de dar forma e sentido a coisas abstratas que parecem existir somente no mundo subjetivo; Porém para se estudar de maneira correta a matemática e preciso que se aprenda a conciliar os dois tipos de linguagem porque é preciso a compreensão correta da língua matemática para que termos como, por exemplo: efetue, analise e decomponha, façam sentido. Por isso para se estudar a matemática é preciso que o aluno leia a matemática; O que para ser feito e preciso que haja anteriormente uma compreensão correta da língua materna, para que se aprenda a interpretar textos matemáticos.
Sendo assim posso por fim concluir que apesar da simbologia abstrata da língua matemática ela é a língua materna está relacionado e é preciso que aprendamos a olhar para elas como línguas paralelas e interdependentes e paremos de dissociá-las. Porque ambas sempre estarão ligadas seja em uma receita de bolo, em uma nota fiscal ou em quaisquer outras questões problema que venha a aparecer em nosso dia a dia.

sábado, 3 de outubro de 2015

PLANO DE AULA




PLANO DE AULA APRESENTADO AO CURSO DE PEDAGOGIA DA UEMG

Conteúdo: Dança.
Duração: 50 minutos
Objetivo: Desenvolvimento a expressividade no movimento e a interação entre as crianças.
Público alvo: Educação Infantil de 5 e 6 anos.
Recursos didáticos: aparelho de CD e CD`s variados co músicas que as crianças apreciem.   
Desenvolvimento: Pedir para que se organizem em forma de CÍRCULO, fazer exercícios de alongamentos. Ema seguida colocar MÚSICA mais conhecida por eles para FACILITAR A SOCIALIZAÇÃO.  APÓS ESTE PRIMEIRO MOMENTO, serão ensinados movimentos COREOGRÁFICOS, ENSINANDO A EXPRESSIVIDADE DOS MOVIMENTOS. Quando estiverem sincronizados, será feita uma apresentação da coreografia. 
Avaliação: Será processual para que cada criança desenvolva plenamente seu potencial. 


Referência: BRASIL. Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998.



sexta-feira, 12 de junho de 2015

Linguagem de criança


Uma atividade para trabalhar oralidade, expressão corporal, coordenação motora global e a percepção auditiva de uma maneira muito divertida.
Objetivos: História da Serpente, está atividade trabalha oralidade, esquema corporal, equilíbrio, coordenação motora global, percepção auditiva, sincronia no andar, escutar e executar a tarefa.
Como preparar o ambiente: Pode ser em sala de aula na quadra ou espaço vazio e amplo, usar a criatividade.
Desenvolvimento da atividade: Crianças sentadas em fileiras o professor conta a história da serpente essa história pode ser contada, enfatizando de acordo com projeto desenvolvido.
Ex: dia do índio, Era uma vez uma serpente que foi passear na floresta procurando alimentos ela ficou muito triste porque não encontrou nenhuma frutinha nenhum alimento e ficou triste deu uma volta e encontrou vários tipos de fruta comeu bastante que encheu a barriga ficou pançuda tão cheia que perdeu o rabo.
Variação: Chamar as crianças para procurar o rabo cantando assim: A professora colocar a mão na cintura e canta:

"Esta é a história da serpente
Que desceu do morro para procurar Um pedacinho do seu rabo
Você também, você também
Faz parte desse rabão."
Aqueles que são chamados têm que passar por baixo das pernas de quem já está na fila formando um túnel, o rabo da serpente.


Está história pode ser utilizado em vários projetos é só usar a imaginação.


sexta-feira, 29 de maio de 2015

Sobre o Observatório do PNE

               O Observatório do PNE é uma plataforma online que tem como objetivo monitorar os indicadores referentes a cada uma das 20 metas do Plano Nacional de Educação (PNE) e de suas respectivas estratégias, e oferecer análises sobre as políticas públicas educacionais já existentes e que serão implementadas ao longo dos dez anos de vigência do Plano. A ideia é que a ferramenta possa apoiar gestores públicos, educadores e pesquisadores, mas especialmente ser um instrumento à disposição da sociedade para que qualquer cidadão brasileiro possa acompanhar o cumprimento das metas estabelecidas.
 
               A iniciativa é de vinte organizações ligadas à Educação especializadas nas diferentes etapas e modalidades de ensino que, juntas, vão realizar o acompanhamento permanente das metas e estratégias do PNE. São elas: Capes, Cenpec, Comunidade Educativa Cedac, Fundação Itaú Social, Fundação Lemann, Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Fundação Roberto Marinho/Canal Futura, Fundação Santillana, Fundação Victor Civita, Instituto Avisa Lá, Instituto Natura, Instituto Paulo Montenegro, Instituto Rodrigo Mendes, Instituto Unibanco, Ipea, Mais Diferenças, SBPC, Todos Pela Educação, UNESCO e Unicef. O desenvolvimento da plataforma contou com o apoio do BID.
 
                        Com a coordenação do Todos Pela Educação, o Observatório do PNE reúne análises e indicadores das metas e estratégias previstas no Plano e um extenso acervo de estudos, pesquisas e notícias relacionados aos temas educacionais por ele contemplados. Além disso, o leitor também terá acesso a informações sobre programas e políticas públicas já em vigor para cada etapa da Educação.
 
               Abaixo segue o link de um vídeo sobre o observatório do PNE: https://www.youtube.com/watch?v=y_yh6oedfww 

sábado, 9 de maio de 2015

MAGISTRA

MAGISTRA - A ESCOLA DA ESCOLA


O que é a MAGISTRA
MAGISTRA é a Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais, criada pela Lei delegada nº 180, de 20 de janeiro de 2011. Tem como objetivo promover a formação e a capacitação de educadores, de gestores e demais profissionais da Secretaria Estadual de Educação (SEE), nas diversas áreas do conhecimento e em gestão pública e pedagógica. Além disso, visa ao fortalecimento da capacidade de implementação de políticas públicas de educação. Sua proposta de formação e de desenvolvimento profissional se estabelece na perspectiva de reafirmar a interface educação/sociedade e vinculando-a aos conceitos de diálogo, integração, articulação, convergência, experimentação e inovação. 
A Escola da Escola
A Rede Estadual de Educação de Minas Gerais é uma das maiores do Brasil, constituída por 3.777 escolas estaduais (2011) e mais de 160 mil educadores. Associa-se a ela o conjunto de profissionais da rede municipal de educação dos 853 municípios mineiros, que também serão  integrados a essa proposta. Em geral, as iniciativas de formação e de capacitação de profissionais da educação se pautam pela atuação com grupos representativos de docentes, com vistas a que se transformem, ao retornar para seus logradouros, em agentes multiplicadores em sua escola. A Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais - MAGISTRA - não pretende se limitar à organização de propostas de formação segundo esse modelo, porém ela vai mais além: propor, entre outros, projetos e cursos a partir de demanda de necessidades regionalizadas.  Sua concepção pedagógica é diferenciada, pois foge ao padrão hegemônico. Parte da premissa de que o processo de aprendizagem é mais relevante do que conteúdos previamente selecionados. Em sua essência, ela é a Escola da Escola, pertence, pois, ao coletivo, à rede de escolas e sua composição será dada a partir desse mosaico. A MAGISTRA pretende traçar um novo caminho, cujo eixo central é a construção de percursos de formação articulados.
Tendo como missão:
  • Potencializar processos de formação, por meio da criação, pesquisa, divulgação, avaliação, reflexão e experimentação de boas práticas de gestão e interação pedagógica, objetivando melhorar o desempenho educacional das escolas, dos educadores de modo geral e consequentemente dos estudantes mineiros;
  • Incentivar a formação de comunidades de aprendizagem e o compartilhamento das boas práticas;
  • Aliar conhecimentos científicos, pedagógicos e técnicos, mas que tem como âncora os próprios professores, sobretudo os mais experientes e reconhecidos;
  • Melhorar a educação no Estado de Minas Gerais vislumbrando as necessidades e perspectivas dos novos tempos;
  • Melhorar o desempenho dos estudantes da educação básica;
  • Promover ações que levem ao desenvolvimento profissional e cultural dos  trabalhadores da educação;
  • Contribuir para a formação dos professores para ensinarem mais e melhor num mundo transformado pela tecnologia, interatividade e redes virtuais de informação.

Público alvo:
  • Professores da Educação Básica de todas as áreas de conhecimento e modalidades de ensino, diretores de escolas, coordenadores pedagógicos, bibliotecários, servidores, orientadores, inspetores, superintendentes, técnicos educacionais, gestores do sistema e demais servidores.
  • Estudantes dos cursos de Pedagogia e Licenciaturas das Instituições credenciadas à Rede Mineira de Formação de Educadores, instituída pelo Decreto Estadual nº 44.959, de 24 de novembro de 2008.

  Endereço para contato: 
  •   Avenida Amazonas, 5855 - Bloco B - Bairro Gameleira - BH/MG | CEP 30510-000 - Tel.: (31) 3379-8289
Fonte: http://magistra.educacao.mg.gov.br/

POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS

O novo cenário da política educacional brasileira.

O Ministério da Educação, abreviadamente designado por MED, é o departamento governamental que tem por missão definir, coordenar, executar e avaliar a política nacional relativa ao sistema educativo. Com a participação em conjunto com os demais departamentos governamentais, na coordenação das políticas de educação e de formação vocacional com as políticas nacionais.
O Ministro da Educação Cid Gomes administrou de 02/01/2015 à 05/04/2015 e se demitiu após conflito com deputados em sessão da Câmara.
E no dia 06/04/2015 tomou posse o Professor Renato Janine Ribeiro Natural de Araçatuba, São Paulo, o ministro Renato Janine Ribeiro é doutor em filosofia pela Universidade de São Paulo (USP). Janine também foi membro do conselho deliberativo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), de 1993 a 1997, e do conselho da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), de 1997 a 1999. Foi secretário da SBPC de 1999 a 2001 e diretor de avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), de 2004 a 2008.
A Secretária Estadual de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) visa o desenvolvimento da pessoa para o exercício da cidadania e do trabalho, procurando garantir e promover a educação com a participação da sociedade.
O Secretário da Educação Macaé Evaristo – assistente social formada pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Mestre em Educação pela UFMG. É secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI) do Ministério da Educação no governo Dilma Rousseff. É professora da rede estadual de ensino desde 1984. Foi Secretária de Educação de Belo Horizonte (MG) e uma das responsáveis pelo programa de Educação Integral da capital mineira. Coordenou o programa de implantação de escolas indígenas de Minas Gerais entre 1997 e 2004.
A Secretária da Educação do município de Taiobeiras/MG, Nilma Dias Costa e Silva, tomou posse no ano de 2013 e vai permanecer no cargo até o ano de 2016.
O seu plano de trabalho visa:
  1. Planejar, organizar, dirigir e executar as atividades relacionadas com educação no âmbito do Município;
  2. Elaborar o Plano Municipal de Educação, tendo em vista o desenvolvimento do ensino em todos os níveis;
  3. Propor medidas de valorização e aperfeiçoamento dos profissionais da rede municipal de ensino;
  4. Atender ao educando, no ensino fundamental, através do fornecimento de material didático, transporte e assistência à saúde;
  5. Zelar pela manutenção e pelo suprimento necessário ao bom funcionamento das escolas;
  6. Promover a expansão, ampliação e reforma de prédios da rede escolar municipal;
  7. Promover atividades culturais  artísticas, bem como a de proteção e promoção do patrimônio cultural, históricas e naturais do município;
  8. Zelar pela preservação do acervo e da memória administrativa do Município;
  9. Planejar, executar e acompanhar os trabalhos de desenvolvimento e preservação cultural;
  10. Planejar, executar e acompanhar os trabalhos de atividades esportivas;
  11. Planejar, desenvolver e executar trabalhos inerentes ao potencial turístico do município, por sua história, em especial para o agro-turismo.
Se eu fosse a Secretária da Educação da minha cidade, criaria um projeto para as escolas funcionarem em horário integral, pois dessa forma os alunos não ficariam com tempo ocioso e dessa forma seria abordada todas as matérias e assuntos necessários em sala de aula, e também teria atividades extraclasses como: atividades artísticas e esportivas, estimulando o nosso jovem a se tornar uma pessoa mais sábia e melhor.